SUBCOMANDANTE DO COPE É PRESO COM 300 KG DE COCAÍNA EM VIATURA OFICIAL EM MS
Data: 19 de fevereiro de 2026 – Por Noticias3L
Uma operação conjunta das forças de segurança de Mato Grosso do Sul terminou com a prisão de um policial penal que ocupava um dos cargos mais estratégicos da corporação.
O policial penal preso é Antonio Fernando Martins da Silva, de 39 anos. Ele exercia a função de subcomandante do COPE (Comando de Operações Penitenciárias), considerado o grupo de elite da Polícia Penal do Estado.
A prisão ocorreu na manhã desta quinta-feira (19) e envolve uma apreensão de grande porte: 300 quilos de cocaína.
A droga estava dentro de viatura oficial
O flagrante aconteceu em Corumbá, onde a carga foi encontrada dentro de uma viatura oficial da Polícia Penal.
Segundo informações confirmadas, no momento em que o veículo foi localizado havia dois homens utilizando fardamento falso, que não pertenciam à corporação.
As investigações apontaram que o subcomandante seria o proprietário da carga ilícita.
Após o avanço das apurações, Antonio Fernando foi preso posteriormente em Campo Grande.
Operação sob sigilo
A ação foi conduzida pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, por meio da Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar), em conjunto com a Polícia Penal de Mato Grosso do Sul.
Em nota, a Agepen informou que os trabalhos continuam e que o caso segue sob sigilo.
“Outras informações serão repassadas posteriormente”, diz o comunicado oficial.
Impacto dentro da corporação
O caso causa forte repercussão interna, já que o COPE é considerado o grupo de elite da Polícia Penal, responsável por operações estratégicas no sistema penitenciário.
Após a prisão, o servidor foi dispensado do comando da tropa.
A investigação agora busca esclarecer:
A origem da droga
A participação de outros envolvidos
Se havia ramificação dentro ou fora da corporação
Repercussão
A apreensão de 300 kg de cocaína coloca o caso entre os mais graves já registrados envolvendo integrantes das forças de segurança no Estado.
O episódio levanta questionamentos sobre infiltração criminosa e uso indevido de estrutura oficial.
As autoridades reforçaram que a operação demonstra que não há tolerância para irregularidades, independentemente de cargo ou função.
📌 O caso segue sob investigação.
Novas informações devem ser divulgadas nos próximos dias.

Comentários
Postar um comentário